
Querido Leitor,
Se estas linhas o encontrarem numa manhã semelhante, espero que lhe tragam um pouco dessa luz serena. A criatividade visita-me assim, em instantes de calma quotidiana, transformando o ordinário em algo que pede para ser partilhado. Diga-me, se quiser, como a manhã o inspira a si – será reconfortante saber que estas reflexões ecoam além do meu próprio espaço.
Querido Diário Poético,
Esta manhã, acordei cedo e deixei que o silêncio da casa me envolvesse enquanto preparava o café. Pela janela da cozinha, a luz pálida do inverno filtrava-se devagar, iluminando o jardim coberto por uma fina camada de geada. Foi nesse instante de quietude que a inspiração surgiu, suave e insistente. As palavras começaram a fluir, impulsionadas pela sensação de renovação que o novo dia sempre traz, mesmo nos meses mais frios. Escrevi sobre a esperança que resiste no coração, sobre como a luz, por mais fraca que pareça, sempre encontra caminho para entrar e aquecer o que está dormente. Cada frase nascia de uma respiração pausada, como se o frio exterior contrastasse com o calor interior que a criação desperta. Terminei com uma sensação de gratidão profunda, por estes momentos em que a vida se revela em detalhes tão simples.

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